O resultado consolidado esconde contratos que consomem o lucro dos outros
Quando a margem é medida pela média da carteira, os contratos bons pagam a conta dos ruins e ninguém percebe. Margem se mede projeto a projeto.
Onde o lucro se perde sem aparecer
Três medidas que separam a empresa que fatura da que lucra.
Quem vende horas de gente tem pouco a compensar
A folha de pagamento não gera crédito no novo modelo. Em uma empresa de serviços, ela costuma ser a maior linha de custo, o que deixa quase nada para abater da alíquota nova.
Três perguntas que respondemos primeiro
Apuramos margem por contrato e por cliente, com alocação real de equipe, para separar quem sustenta o lucro de quem consome.
Reconstruímos o custo da hora com ociosidade, encargos, retrabalho e substituição, e comparamos com o preço praticado em cada contrato.
Projetamos treze semanas de caixa considerando o descasamento entre a folha mensal e o prazo de recebimento de cada cliente.
O que as prestadoras têm perguntado
O corte não é de faturamento, é de complexidade. Quando a empresa passa a ter vários contratos com margens diferentes e decisões cujo erro custa mais do que o serviço, a conta fecha. Antes disso, dizemos que ainda não é hora.
Essa é justamente a primeira entrega. Estruturamos a apuração para que cada contrato tenha receita, custo direto, alocação de equipe e margem próprios. É o que a contabilidade fiscal não faz, porque não é a função dela.
Depende de quem é o seu cliente. Se ele é pessoa jurídica no regime regular, recupera o imposto destacado e o repasse fica viável. Se ele é pessoa física, condomínio ou empresa do Simples, o aumento fica dentro do seu preço e alguém precisa absorvê-lo.
Sim. São casos de profissão regulamentada, que tem redução de 30% sobre a alíquota, e a conta muda de figura. Vale rodar a calculadora antes da conversa.
Vamos olhar a margem dos seus contratos
Uma conversa inicial para entender como a sua empresa mede resultado hoje. Você sai dela com uma leitura da sua situação, inclusive se a leitura for que ainda não precisa da gente.